Eu que me defino

Todo mundo tem coisas diferentes, roupas diferentes, carros diferentes, telefones diferentes. Mas o que faz um ou deixa de ser diferente, é você mesmo.

O problema é quando nos deixamos ser definido por aquilo que temos. Parecem se acumular nos olhos da sociedade, ou talvez para nos fazer acreditar nos que somos algo que não somos.

Aqui, o minimalismo é uma solução. Sendo meios minimalistas de refletir criticamente sobre o que me define como pessoa e a partir daqui, eu deveria escolher para acompanhar -me no meu caminho. Isso significa dar um passo para trás, parar e mudar a perspectiva.

Eu defino o que eu tenho e o que eu tenho não me define.

De uma forma ou de outra, todos estabelecem uma relação com tudo o que temos. Ainda assim, não devemos esquecer que o mais importante é o que me define como pessoa e não o que eu tenho na minha vida.

Eu que me defino. Nada mais.

Devemos definir para nós mesmos o que queremos ser. Então as perspectiva das coisas parecem ao meu lado, eu quero ser parte de mim.

Este não é o que pode parecer a partir do exterior, mas o que pode tornar-se a partir de dentro.

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